Fizemos um tutorial pra ensiná-los a acessar diversas playlists e músicas através desse código:
Playmoboys fecha 2020 com a balada pop Ao seu redor
Nova canção da banda indie carioca chega aos streamings no fim de novembro buscando manter os bons números desse ano.

Grupo com influências que vão do rock britânico à MPB, Playmoboys apresenta “Ao seu redor”, seu último single inédito de 2020.
Após três singles lançados em 2020 – Na Praia e Cores, com sonoridade pop, o indie rock Restos de Uma Noite, e o EP Back To Streets, contendo quatro canções em parceria com cantoras estrangeiras -, a banda apresenta uma balada com muitas referências do pop internacional, uma letra marcante e um refrão pra grudar na cabeça.
“Vem/ te espero onde for/ pra te fazer feliz/ o mundo que eu imaginei/ pode ser perfeito/ e quando o sol se por/ deixa o vento te levar” -
diz a letra.
A canção estará disponível a partir de 27 de novembro em todas as plataformas de streaming, lançado pelo selo Caravela em parceria com a Warner Music, responsável pela distribuição.
Ouça “Ao seu redor” em todos os serviços de streaming
https://open.spotify.com/artist/0s8qjO7TpmquR2AvmtjTzw
Após lançamentos que marcaram a aproximação da banda com a sonoridade da MPB atual – “Na Praia” e “Cores” – conquistando números expressivos nas plataformas de streaming, e o retorno da parceria com a banda Oh! I Kill, na indie rock Restos de Uma Noite, dessa vez, a banda introduz elementos do pop contemporâneo tanto na composição quanto nos arranjos de “Ao seu Redor”. Destaque para os backing vocals que, durante toda a música, chamam a atenção do ouvinte para sua própria melodia. Uma viagem!
A balada ainda traz uma batida grave em alguns trechos, além de sintetizadores, mostrando toda originalidade da Playmoboys. Em cada verso, vê-se um cuidado em passar uma mensagem cheia de energia positiva:
“Vem que viver faz mais sentido no caminho do que ao chegar”
Com cinco álbuns lançados e diversos clipes, A banda Playmoboys conseguiu grande exposição em 2013, quanto dividiu palco com a lendária banda inglesa The Libertines. Em meados daquele ano, Carl Barat e Gary Powell fizeram uma pequena tour na América do Sul e ficaram loucos pela música “Baby, There’s no End”. A faixa, que tem participação especial de Ivy Hoodrave, fez a cabeça dos ingleses até rolar uma apresentação conjunta para pouco mais de 100 pessoas, em Campos dos Goytacazes. A sintonia entre os músicos rendeu destaque na mídia nacional e internacional; e o estouro do videoclipe oficial da canção no YouTube, com mais de meio milhão de visualizações.
Anos após tamanha façanha, e algumas turnês mais, a Playmoboys mostra vontade de repetir voos altos. Após bater boas marcas com os lançamentos desse ano, a Playmoboys ainda quer mais:
“Demos o máximo para que 2020 fosse um ano produtivo para nós. E fizemos questão de, no meio desse mundo louco em que estamos vivendo, lançar músicas felizes, que fossem capazes de passar uma leveza a quem ouve. A música tem isso, essa capacidade de mudar o humor da gente, e queríamos isso. Assim, é nossa nova canção, Ao seu redor, último lançamento do ano, onde dediquei toda minha energia para fazer uma letra que passe coisas boas. Na voz do Bernardo, ela ganhou uma leveza ainda maior”, afirma Conrado.

Playmoboys é uma banda de indie rock formada em Campos dos Goytacazes, no Rio de Janeiro, por Conrado Muylaert (guitarra e voz), Barreto (bateria), Leo Nominato (baixo), Bernardo Arenari (voz/synths) e as participações de Romarinho (guitarra) e Raphael Braga(voz).
Ficha Técnica
Ao seu redor
Composição: Conrado Muylaert
Produção musical: Bernardo Arenari/ Conrado Muylaert
Voz, synths, bateria: Bernardo Arenari
Violão, guitarra, teclado, baixo voz: Conrado Muylaert
Mixagem: Bernardo Arenari
Masterização: Anderson Tenório
Acompanhe Playmoboys
Spotify: https://goo.gl/zHxVNP
Site: https://goo.gl/PYBP6G
Facebook: https://goo.gl/J8x8Vf
Youtube: https://goo.gl/MNPGj6
Terça com leitura – Ser uma pessoa melhor
Ser uma pessoa melhor
Conrado muylaert
“Eu fico assustado. A ciência está sendo desprezada. Preconceitos crescendo. Ódio se espalhando. Alguma coisa está errada. Parece que estamos voltando no tempo. Observo.
Lembro da minha infância. Quero contar sobre o que vi e (sobre)vivi.
Fui criança numa época em que coisas absurdas eram vistas com normalidade. Na TV, negros só tinham papéis de empregados domésticos ou escravos nos filmes e novelas. Gays eram motivos de piada nos programas humorísticos – o que acontece até hoje, visto que no especial de natal da porta dos fundos, Jesus ser gay era a piada principal. Mulheres eram expostas como objetos em qualquer programa televisivo. Mas não era de maneira discreta como hoje fazem. Em pleno horário nobre de domingo, lembro-me de assistir um quadro dos trapalhões onde mulheres eram vendidas com preços relativos a sua quilometragem!?! Não à toa, aprendia-se ainda novo que menina rodada não serve pra namorar. Regra oposta para os meninos.
Na minha escola, quase não havia negros. Bem, em média um por turma, como numa comédia americana que finge dar representatividade. Também não havia gays. Mas havia. Porém, tinham q se manter trancados no armário porque já sofriam toda espécie de bullying, pelos alunos, professores e direção. A escola, religiosa por sinal, tinha preconceitos visíveis. Com qualquer minoria. E também não aceitava diversidade religiosa. Certa vez, na aula de religião, uma menina, ao se declarar espírita, foi ordenada a não emitir opinião.
Naqueles tempos, ser pobre era a completa vergonha. Fomos criados assim, com esses conceitos morais.
Por volta dos 8 anos, um acontecimento me marcou. Era época de eleição. Durante uma aula de inglês um estudante fala pra mim: “não deixe seus pais votarem em Brizola. Porque se ele ganhar, vamos ter que dividir nossa comida e nossa casa com os pobres”, Fiquei dias pensando naquilo. Completou: “mamãe disse q Brizola é comunista”.
Não entendi nada. Mas, por muitos anos, achei que comunismo era alguma seita demoníaca. O termo está em alta atualmente, e, dessa vez, usado realmente com ares diabólicos. Por políticos convencionais e os novos religiosos-políticos. Acho curioso. Eu não sou religioso, mas imagino que se Jesus vivesse entre nós, ele não iria curtir muito as ideias do capitalismo. Se bem que se Jesus estivesse entre nós, certamente sofreria ataques diários de haters. Basta lembrar as milhares de ofensas que o papa Francisco recebeu ao publicar um post condenando a tortura.
Voltando àquele menino da aula de inglês, atualmente, sigo-o nas redes sociais. Não mudou nada. Vive compartilhando mensagens de radicalismo ideológico. Pior, é gay e precisa esconder de todos, já que seus pais não aceitam. Que vida triste.
Eram pessoas daquela época. Criadas por pais daqueles tempos obscuros. Pessoas que, assemelham-se bastante com atuais governantes: machões, machistas, racistas, homofóbicos. Elegem seus similares.
Pessoas ruins. Senhores feudais que não evoluíram no tempo. Não evoluíram nada.
Ainda acredito. É possível melhorar.
Ao longo dos anos, a sociedade realmente melhorou. Inclusão e respeito foram aumentando. O mundo parecia ter entrado nos eixos. Até que, nada silenciosamente, andamos pra trás. A passos largos. Sob o nome de conservadorismo. O que eles querem conservar? Aquele passado, penso eu.
Podemos ser melhores.
Apenas há poucos anos atrás comecei a abrir meus olhos. Graças a uma aventura que embarquei sem querer: ser dono de um bar universitário, em grande maioria, gay. Por 4 anos, tive contato diário com uma nova geração. A geração do mimimi, como dizem por aí em tom pejorativo. Uma geração
incrível que já cresce sabendo o que é certo e errado.
Que sabe respeitar a todos; que sabe que todos são iguais. Que respeitam os animais e a natureza. Essa galera me enche de esperança. Por causa deles, a injustiça não tem mais uma plateia muda. Eles não se calam nunca. gritam pelos seus direitos. Uma galera que vai inovar, e não conservar. Conservar o que? Ideologias e comportamentos perdem a validade. Estragam. Apodrecem.
Melhorei muito ao ver os conceitos que estavam enraizados em mim. Me livro dessas raízes diariamente. Quero ser uma pessoa boa todo dia. Haja esforço. Perfeito? Nunca serei. Mas sigo com minha jornada diária de buscar ser a melhor versão de mim.”
Texto de Conrado Muylaert.
Stall the Örange anuncia entrada ao selo Nuzzy Records e lança EP de estreia

Inspirada em bandas alternativas dos anos 80 e combinando fundamentos de bandas indie contemporâneas, Stall the Örange é uma banda catarinense liderada por Luiz Libardo, que mescla referências do dream pop, rock alternativo e post-punk.
O projeto é o quarto a entrar para o casting do selo independente Nuzzy Records, que já lançou Adorável Clichê, Julia Melo e Bomfim. Stall the Örange lançará o seu EP de estreia, intitulado “It’s a Chromatic Circle, But” em 13 de novembro de 2020, pela gravadora.
O EP contém três músicas cantadas em inglês e tem como principais referências – dentre muitas outras – artistas e bandas como The Cure, The Smiths, POND, Declan McKenna, Wallows, Marrakesh, The 1975, Two Door Cinema Club, Siouxsie and the Banshees e The Growlers.
Ouça o single “That’s Nöt Me Anymore” lançado em agosto deste ano, que fará parte do tracklist do EP, aqui.
SOBRE O EP
Após passar por um período tomado pela síndrome do pânico, a percepção da realidade do cantor/músico Luiz Libardo tinha sido totalmente distorcida. Ao mesmo tempo em que ele identificava que estava interpretando o mundo ao seu redor de forma deformada, encontrava-se preso a ideias e pensamentos que não existiam. Era uma dualidade que enfrentava diariamente, e que lhe motivou a escrever as músicas tanto do EP quanto do álbum a vir. O nome do EP “It’s a Chromatic Circle, But” foi pensado em conjunto ao nome do álbum de estreia da banda, com previsão de lançamento para 2021, que no final irão se complementar.
As guitarras das faixas do EP são inspiradas no movimento post-punk e new wave; os sintetizadores e baixos, muitas vezes trabalhados, são inspirados nas bandas neo psicodélicas e nas bandas de dream pop dos anos 90; e a bateria, que traz a estética das bandas indie dos anos 2000, tornando as músicas da Stall the Örange dançantes.

Tracklist:
– Don Drp
– Wish
– That’s Nöt Me Anymore
INFORMAÇÕES TÉCNICAS:
Gravação e produção por Luiz Libardo e Davi Carturani
Composição e letra por Luiz Libardo
Mixagem por Davi Carturani
Arte por Laura Marchi
REDES SOCIAIS:
Instagram: http://bit.ly/instagram_stall
Youtube: http://bit.ly/youtube_stall
Twitter: http://bit.ly/twitter_stall
Facebook: http://bit.ly/facebook_stall
PLATAFORMAS DE STREAMING:
Bandcamp: http://bit.ly/bandcamp_stall
Spotify: http://bit.ly/spotify_stall
Deezer: http://bit.ly/deezer_stall
Amazon Music: http://bit.ly/amazon_stall
Apple Music: http://bit.ly/applemusic_stall
1BANDA3MUSICAS – Anitta
O episódio de hoje é sobre a poderosa: Anitta
Meu top 3 músicas:
1- Me gusta
2 – Não para
3 – Downtown
E aí, quais são as músicas prediletas de vcs? Contem nos comentários ⚡
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Esse programa passa semanalmente as quartas feiras na Rádio @giro.mpb, no Toque Autoral, às 15h.
ESQUINAS ARTÍSTICAS – O FAMOSO CORTE DE ORELHA
Que atire a primeira pedra quem nunca ouviu falar do caso da orelha cortada de Vincent Van Gogh.
Mas quem aqui consegue associar o feito a trajetória do artista?
É inegável o quanto a bagagem de cada pessoa é repleta de individualidades e conexões entre si, né?!
Terça com leitura – O mundo é o seu palco; a vida, sua história.
Trouxe esse texto do Conrado Muylaert pra refletirmos o modo em que estamos levando as nossas vidas.
O mundo é o seu palco; a vida, sua história!
Conrado Muylaert
“O alarme toca e, como sempre, reações de susto e medo do desconhecido alternam na minha cabeça em um curtíssimo espaço de tempo. Tenho vontade de fugir; me esconder de tudo e de todos. A plateia já está ansiosa.
Paro e respiro. Uso uma técnica que funciona muito bem para me colocar nos trilhos: inspiro por quatro segundos, seguro o ar por sete segundos, e solto durante oito segundos. Várias vezes. Consigo ficar mais calmo.
Entendo o que está por vir. As cortinas irão se abrir em pouco tempo. Ainda tenho alguns minutos de preparação.
Coloco o figurino adequado. Não o mais caro ou o mais elegante, mas aquele que diz realmente que eu sou. Me olho no espelho rapidamente. Preparo um sorriso largo, pois assim devo começar minha jornada: espalhando alegria!
Sim, estou preparado para brilhar. Farei a melhor história, com uma atuação de primeira. Se possível, quero bem pouco drama e suspense! Minha especialidade é comédia romântica. E com muita música, pois cantar faz bem para a alma.
Chegou a hora.
Abro a porta, pego o elevador e começo minha jornada para mais um dia comum, repleto da magia que está oculta em cada simples pequeno ato do cotidiano.
A vida é seu filme. O mundo, seu palco.
Seja uma estrela!”
E aí, a vida de vocês tá mais pra drama com suspense ou comédia romântica repleta de músicas?
1BANDA3MUSICAS – músicas que não são de quem você imaginava!
O episódio de hoje é sobre músicas que não são de quem você imaginava, versão internacional!
Meu top 3 músicas:
1- Twist and shout, que não é dos @thebeatles
2- Live and let die, que não é do @gunsnroses
3 – Valeroe, que não é da @amywinehouse
E aí, vcs já sabiam ou ficaram surpresos com essas curiosidades? Tem alguma outra música que vcs juravam ser de um cantor e na verdade não era? Contem nos comentários ⚡
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Esse programa passa semanalmente as quartas feiras na Rádio @giro.mpb, no Toque Autoral, às 15h.
ESQUINAS ARTÍSTICAS – ARTE MODERNA X ARTE CLÁSSICA
É muito comum os conceitos artísticos se misturarem e darem um nó na cabeça da gente.
Mas como sempre falamos aqui, o intuito é termos uma conversa bem descomplicada sobre esse universo. Por isso, nesse episódio o foco é a simplicidade e a objetividade dos conceitos de dois termos da arte: Arte Moderna & Arte Clássica.
Qual vocês curtem mais?
Terça com Leitura – Ser bom sempre vale a pena
SER BOM SEMPRE VALE A PENA
Texto de Conrado Muylaert
“A bondade é o único investimento que nunca falha”
– Henry David Thoreau.
Algumas vezes, a crueldade e a injustiça do mundo nos fazem refletir se vale a pena mesmo ser bom. Outras vezes, o não reconhecimento dos nossos atos de bondade e a falta de valor dado ao nosso caráter nos decepcionam e chegamos a sentir raiva de ser bom. Com frequência, nossos gestos não são nem percebidos por ninguém. Num mundo tão injusto, não é raro nos depararmos com situações nas quais o mau foi recompensado. Não se engane. Não há dinheiro ou qualquer recompensa que possa curar os ferimentos que a maldade causa na alma. Faça o bem. Mesmo com tanta coisa ruim, tanta gente má, tanta injustiça acontecendo na nossa cara, seja bom.
Para que o mal triunfe basta que os bons fiquem de braços cruzados, disse Edmund Burke.
Ser bom é ótimo para o mundo. E melhor ainda para si mesmo. É uma moeda de muito valor, que nos torna melhores a cada vez que a usamos. Ajuda no sono, na digestão, previne doenças. Deixa a alma leve. Traz o que há de melhor: bem estar.
Como disse santo Agostinho, se o Homem soubesse as vantagens de ser bom, seria homem de bem por egoísmo.
Nunca se arrependa de ser bom. A bondade sempre retorna na forma de paz.”
Texto de Conrado Muylaert. ⚡️