E aí, vcs já sabiam ou ficaram surpresos com essas curiosidades? Tem alguma outra música que vcs juravam ser de um cantor e na verdade não era? Contem nos comentários ⚡
“Então, na praia, a gente entende os castelos de areia: é impossível mantê-los. O mundo, as pessoas, ou o mar, irão destruí-los. E não devemos sofrer por isso. A cada dia construo um novo castelo. que talvez não seja mais bonito que o anterior. Isso não importa. O que importa é continuar, com o mesmo brilho nos olhos.”
Trecho do livro “As coisas que eu sinto só por te olhar”, de Conrado Muylaert.
A partir de quarta-feira da próxima semana entraremos em mais um viés artístico. Vamos conversar sobre esse universo da arte de maneira leve e trazer muita coisa legal que acrescente no nosso repertório da vida! 🤩
Trouxe uma reflexão sobre a vida através de um texto de Conrado Muylaert.
Final feliz
Outro dia, li um texto de um psicólogo que explicava os prós e contras das histórias infantis sempre terminarem com final feliz. Quem não conhece Aquela famosa frase “e foram felizes para sempre”? O pró, dizia o especialista, é fazer com que a criança entenda desde cedo que o bem vence o mal. Por outro lado, ter a certeza do final feliz pode acabar fazendo com que essas crianças criem a expectativa de que haverá a chegada de algo em suas vidas que trará a felicidade eterna. E com o passar do tempo, essas crianças se tornarão os adultos que condicionam sua felicidade a algum acontecimento externo capaz de trazer o tão sonhado final feliz. Fiquei pensando nesse tal de final feliz. Não é algo que me interessa. Até porque, prefiro passar longe dos finais. Da minha parte, prefiro os caminhos felizes aos finais. Criar um caminho que lhe agrade. E cuidar bem de tudo que faz esse caminho feliz: Familia, amigos, saúde, etc. A vida é feita no dia a dia, e nossa felicidade está nos pequenos detalhes que muitas vezes nos passam despercebidos, mas que são capazes de nos trazer a coisa mais importante da vida: bem estar. Não dá pra ter a ilusão de que um acontecimento é capaz de trazer uma felicidade duradoura e inabalável. Alem de não ser possível, não é bom condicionar-se sua paz interna a algo que você não tenha controle. Até porque, viver com a certeza do sucesso absoluto passa longe de ser bom. Pelo contrário, traz depressão. As grandes conquistas vão trazendo luz a nossas vidas. Ganhar dinheiro abre horizontes, com certeza. Assim como encontrar um grande amor é uma fonte infinita de bem estar. Ter filhos traz um valor afetivo gigante. Fazer amigos traz um senso de pertencimento único. Enfim, realizar sonhos é uma das graças da vida, mas, sabemos, não basta. Nada disso será capaz de trazer um final feliz, mas pode ajudar na sua caminhada. Tudo isso traz a necessidade de cuidado diário. E isso depende de uma atitude só nossa. O ideal é que a felicidade dependa de um esforço interno individual. Caso contrário, se dependermos de fatores externos para sermos felizes, nunca teremos controle sobre nossa felicidade. Teremos dias bons e dias ruins, vitórias e derrotas, e veremos muitas injustiças. A maneira com que vamos encarar esse cotidiano é que poderá fazer com que o bem estar seja preponderante durante a caminhada da vida.”
Queria que você estivesse aqui, de Francesc Miralles.
O livro conta a história de Daniel, um arquiteto que mora em Barcelona. Em seu aniversário de 30 anos ele é largado pela namorada, fica desnorteado e durante a fossa dele resolveu ouvir um CD que a melhor amiga lhe deu de aniversário. Curiosamente, todas as músicas do CD pareciam ser praticamente sua biografia, curioso com o fato, resolve ir à Paris para tentar conhecer melhor a Cantora por trás das músicas. A história se desenrola nessa viagem de Daniel à Paris, onde acontecem muitas coisas e de forma surpreendente.
Leitura cativante mesmo, daquelas que a gente fica ansioso pra saber o que vai acontecer a todo momento.