Scott Chapman traz algo extraordinário ao mundo pop em seu novo single “Solitary Blues”

“Solitary Blues” é o último single lançado pelo músico, construído sobre a delicada melodia do piano para criar um ambiente de clima. Sua delicadeza vocal entrelaçada com a melodia impressionante e fluida do fundo intensifica a emoção.
Scott Chapman é influenciado vocalmente por artistas como Frank Sinatra, Jamie Cullum, Nat King Cole e Michael Buble, e musicalmente impulsiona sua influência de Ed Sheeran, Jason Mraz, Justin Timberlake e outros. Para ele, música é vida e o artista tenta, honestamente, inspirar as pessoas com seus sons criativos. ”

A música foi escrita e gravada durante o terceiro lockdown no Reino Unido, Scott Chapman escreveu para ressoar e ajudar aqueles que sofrem com a solidão e busca aumentar conscientização sobre saúde mental.

“Para que as pessoas saibam que estamos todos nos sentindo sozinhos e perdidos no momento, mas tudo o que podemos fazer é tentar ajudar uns aos outros da melhor maneira que pudermos.” – Scott Chapman

“To let people know that we are all feeling alone and lost at the moment but all we can do is try and be there for one another as best we can.” – Scott Chapman

Ouça a música já no PÕE NA PLAYLIST:

Como acessar Playlits do SPOTIFY pelo código!

Fizemos um tutorial pra ensiná-los a acessar diversas playlists e músicas através desse código:

Segue o nosso PASSO A PASSO:

1Banda3Músicas – ANAVITORIA

Neste episódio apresento brevemente a dupla ANAVITORIA!

Meu top 3 músicas de @oanavitoria:
1 – Ai, amor
2 – Chamego meu
3 – Pupila

Como ficaria o top 3 de vocês?

A história dessas canções – ep 3: PARALAMAS DO SUCESSO

Hoje, em as histórias das canções, vou te contar detalhes de três composições de uma das maiores bandas de rock brasileira de todos os tempos: Os Paralamas do Sucesso.

Apesar de serem da turma do rock Brasília, os Paralamas foi formado oficialmente no Rio de Janeiro, na cidade de Seropédica. A banda é formada por Herbert Viana, Bi Ribeiro – sendo esses dois naturais da capital nacional – e Joao Barone, que entrou por último, tomando lugar do baterista Vital, que não conseguiu conciliar sua agenda com a da banda.
Desde seu primeiro álbum, Cinema Mudo, eles emplacaram um hit atrás de outro nas rádios brasileiras, com um estilo musical único: um rock misturado ao reggae com muitos elementos da música brasileira.
Então, agora vou te contar histórias sobre algumas músicas deles.

1- Vital e sua moto

Como não poderia deixar de ser, a primeira história é sobre a música que fez a banda conquistar seu contrato com a EMI. Vital e sua moto contava peripécias do primeiro baterista da banda, que, apesar de ter saído dos paralamas antes do primeiro álbum, manteve amizade com todos até hoje. A música traz a primeira característica dos Paralamas, que era a mistura do reggae dos versos com rock nas demais partes, que conquistou rapidamente a juventude da época.

2- Meu erro

Após o sucesso do primeiro álbum, a expectativa foi grande pelo novo trabalho da banda. E o segundo disco, O Passo do Lui, não só superou tudo que se esperava como colocou o disco na história do rock brasileiro.
A canção Meu Erro até hoje é cantada por todo país, em shows tanto dos Paralamas como de vários outros artistas que a regravaram. O álbum foi gravado num período difícil para Herbert, que havia acabado de se separar da Paula Toller, do Kid Abelha. Basicamente todas as letras do disco fala sobre a desilusão que ele viveu, e mesmo nos álbuns seguintes, pode-se encontrar resquícios desse trauma amoroso. Paula, por sua vez, cantou na mesma época os versos “solos de guitarra nao vao me conquistar”, explicitando a turbulencia que viveram.

3 – Uma brasileira

Nos anos 90, os Paralamas do sucesso haviam expandido suas fronteiras e alcançado um sucesso imenso nos nossos vizinhos, principalmente na Argentina. Contudo, o experimentalismo das canções e a aproximação com os ritmos latinos haviam diminuído o sucesso em território nacional. Até que na metade da década de 90, Herbert Viana encontrou Carlinhos Brown em Salvador. Brown estava com um violão, e durante um passeio pela cidade, começou a cantarolar uma melodia para Herbert. Não eram palavras, apenas barulhos que ele fazia com a boa. Era a língua de Brown, que herbert homenageou na música Vamo Batê lata. Após o encontro, Herbert combinou de escrever uma letra para aquela melodia. Diz Herbert que ele apenas encontrou palavras que tivessem uma sonoridade parecida com o que Brown cantava. Nascia ali um fenômeno chamado Uma Brasileira.

Essa coluna é fruto de uma parceria e foi escrito pelo músico e compositor Conrado Muylaert.

Episódios anteriores:
1 – Beatles
2 – Nirvana

Sobre qual banda vocês querem saber no próximo episódio? Até a próxima!

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